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Mais de 50% dos investimentos realizados no Brasil são provenientes do setor da construção. A informação é da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e reforça aquilo que analistas destacam: o segmento é estratégico para a retomada do crescimento, especialmente porque é um forte gerador de empregos.

Conforme acompanhamos na mídia, o mercado da construção sofreu com a crise política e econômica dos últimos anos. No entanto, em 2018 vimos o início de uma virada, sendo que por oito meses consecutivos o setor registrou melhoras.

Já em fevereiro de 2019 tivemos uma pequena mudança de cenário, com um recuo de 0,4 no Índice de Confiança da Construção (ICST). Contudo, o estudo também mostra evolução nos indicadores da atividade corrente e de emprego previsto.

 

Com nossa economia ainda se ajustando, como ficam as compras de imóveis?

A variação de ânimos no setor da construção, somada com um futuro ainda incerto para nosso país, são dois obstáculos para a compra de imóveis, seja para moradia ou para investimento. Mas, o que pouco se fala é que em momentos de crise construtoras e incorporadoras repensam o lucro, o que reflete diretamente no preço praticado pelo mercado imobiliário.

Além disso, como diversos especialistas apontam, nenhuma crise dura para sempre. Isso significa que com a retomada total do crescimento do setor, os valores dos imóveis subirão, afinal, como todos os segmentos da indústria, o da construção também atende à lei da oferta e da procura.

Assim, como já vimos ocorrer em outros períodos, com uma demanda maior do que a oferta os preços naturalmente subirão. Por isso, o melhor momento para comprar um imóvel para investimento a médio/longo prazo é quando construtoras e incorporadoras estão mais dispostas a negociar valores. A regra é simples: ao investir na crise, na hora que o mercado imobiliário voltar a crescer a todo vapor o potencial de lucratividade no retorno do investimento passa a ser muito maior.

O mesmo ocorre com quem quer comprar sua casa própria: tão logo a construção civil se fortaleça, os valores com toda certeza aumentarão e a abertura de negociação será muito menor. Em outras palavras: enquanto a economia ainda não se ajusta totalmente é mais fácil pechinchar.

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